quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

terça-feira, 10 de dezembro de 2013


E eu continuo indo, seguindo meu caminho. Mudando, errando, mas principalmente, aprendendo com o que eu erro. Não me preocupo se minha evolução é lenta, contanto que ela seja para melhor.
Você é o motivo de eu estar feliz e triste, de eu sorrir e chorar. Você é capaz de me levar ao céu e ao inferno ao mesmo tempo, e isso que gosto em você, você é a dor mas também é a cura pra ela.
Eu erro muito. Quase todo dia, pra ser mais específica. Mas durmo com a consciência tranquila, com a alma serena. Não faço mal pra ninguém, ninguém mesmo. Talvez eu magoe algumas pessoas sem querer. Talvez, não, com certeza. Ninguém é como a gente espera. E eu já entendi que inevitavelmente a gente magoa e é magoado.
O destino une e separa pessoas, mas mesmo ele sendo tão forte, é incapaz de fazer com que esqueçamos pessoas que por algum momento nos fizeram felizes.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Um dia me perguntaram: “O que você viu nele?”. Milhares de defeitos e qualidades se passaram pela minha cabeça, mas a única coisa que saiu da minha boca foi “Tudo que eu não vi em mais ninguém.” E eu juro, foi a melhor resposta do mundo.
Olhe pra sua namorada. Agora responda: Quantos homens você acha que são loucos por ela? Quantos você acha que ficam encantados com aquele sorriso que só ela tem? Devem ter vários, né? Você não sabe quem são, mas existem. E apesar disso, ela encontrou você. Na verdade, ela te escolheu. É, você! Que não é nenhum príncipe, cheio de falhas e imperfeições. E mesmo assim, ela insiste em te chamar de príncipe, de perfeito. Muito boba, né? Ela te ama assim, exatamente do jeito que você é, imperfeito. Agora, eu te pergunto: tem dado valor? Muitos invejam você e estão só de olho, esperando seu primeiro vacilo para atacar. E aí, amigo, vai esperar vê-la nos braços de outro? Sorrindo das piadas de outro? Fazendo um carinho em outro? Bate até uma pequena raiva só de imaginar, né? Agora vai lá, passa a mão no cabelo dela e diz que a ama. Liga só pra saber como ela está. Dê valor enquanto tem, porque quando perder só vai sobrar arrependimento.

sábado, 19 de outubro de 2013

“Pra falar a verdade, eu não me arrependo de nada. Nada, absolutamente nada com relação a nós dois. O turbilhão de sentimentos e de borboletas coloridas que você me proporcionou valeram muito a pena. Juro. Todo o meu esforço em tentar ser uma pessoa melhor por sua causa não foi em vão. Cresci bastante depois que você atravessou a minha vida, admito. E não me refiro à anos de aniversário, mas anos de amadurecimento e todas essas coisas que a gente passa quando evolui pra novas etapas da vida. O que eu senti quando estive do seu lado não sentirei nunca mais no calor dos braços de outro alguém, disso tenho certeza. O gosto do teu beijo será pra sempre o melhor gosto saboreado por mim. Os teus afagos farão uma terrível falta nos dias que as nuvens resolverem tomar conta do céu. Confesso, a saudade vai arder, incomodar, doer. A tua voz ainda fará eco nos corredores dessa casa gigante que, por mais que tenha meio metro quadrado, dobra de tamanho quando falta a sua toalha secando na varanda e o seu bloquinho de notas em cima da mesa. Mas, repensando na afirmativa inicial, há uma coisa do qual eu me arrependo: não ter te deixado antes que você o fizesse. Eu me lembro de todas as vezes em que você, incessavelmente, repetiu que não-me-deixaria-por-nada-nesse-mundo. E o meu maior erro foi não ter duvidado em nenhuma delas. Por favor, não me leve a mal. Eu não quero e nem vou cobrar algo que você não pode me dar. Algumas coisas não se obrigam, não se impõem, não se exigem. Uma delas - a principal, eu diria - é amor. A minha intenção não é implorar a tua volta, o teu meio-sentimento ou a tua compaixão. Eu só queria que você soubesse que, diferente da sua atitude, eu teria ficado. Eu teria enfrentado todos os dragões possíveis pra salvar o que tínhamos. E foi exatamente o que eu fiz. Por várias vezes eu pensei em desistir e você segurou forte os meus ombros até que eu mudasse de ideia. O engraçado foi que na hora de ir embora, você sequer olhou pra trás. Como era mesmo que a minha vó dizia? “A gente sabe deixar, não ser deixado”. Talvez seja exatamente isso, esse sangue frio na hora de abandonar e o sangue quente na hora de pedir colo. Depois de todo esse tempo suportando situações irreversíveis e segurando lágrimas que pesavam uma tonelada, acabei sozinha. Sem você, sem final feliz e sem futuro perfeito. Sem nenhum resto de amor pra contar história. Sem nenhuma história digna de ser contada.”

domingo, 15 de setembro de 2013

“Porque amor é justamente isso, é ficar inseguro, é ter aquele medo de perder a pessoa todo dia, é ter medo de se perder todo dia. É você se ver mergulhado, enredado, em algo que você não tem mais controle.”
“Sei lá, eu tô estranha. Desanimada, irritada, com medo, ausente, confusa… Não sei mais o que está acontecendo, porque estou assim, só quero que passe. E rápido”
— Carla Santos.